O Estranho Que Mudou Minha Vida: O Garoto Que Salvou o Senador

Quando sua condição ameaçou devastá-lo completamente, ele recebeu uma carta de uma fonte improvável.

Eu fui pessimista. Eu não sou mais esse homem. E essa mudança começou com um ataque de infortúnio e o aparecimento repentino de um menino.

Em uma manhã de sábado, 21 de janeiro de 2012, meu braço esquerdo ficou dormente e comecei a me sentir tonto. Depois que liguei para o meu médico, uma ambulância chegou em frente à minha casa, em Highland Park, Illinois. Uma ressonância magnética revelou rapidamente que o revestimento da minha artéria carótida havia se soltado, impedindo o sangue de fluir para o meu cérebro. O médico disse que eu tive um derrame no caminho e que teríamos que deixá-lo acontecer. Não havia como parar. Fiquei no Northwestern Memorial Hospital, em Chicago, por alguns dias, esperando o golpe bater quando ondas de paralisia vieram sobre mim. Enquanto perdia lentamente o controle do meu corpo, pensei em como era inacreditável. Eu tinha 52 anos. Eu nem conhecia alguém que teve isso acontecer com ele.





Após o derrame (e as duas operações que aliviam o inchaço no meu cérebro), fui transferido para o Instituto de Reabilitação de Chicago (RIC) em 10 de fevereiro. Embora tivesse perdido o uso do braço e perna esquerda e não conseguia ver do olho esquerdo, o único pensamento em minha mente era que eu precisava sair do hospital e voltar ao meu trabalho servindo os cidadãos de Illinois. Mas a realidade era que eu precisava reaprender a ficar em pé e ver primeiro. Então lá estava eu, com coágulos de sangue se formando nas pernas, mantidos em pé por uma trilha e um arnês, tentando com todas as minhas forças dar um pequeno passo à frente. Eu sempre fui um cara meio vazio de vidro, e isso me fez sentir que a recuperação era impossível, como se eu nunca mais voltasse ao Senado.

A few days after my first discouraging physical therapy session, my stepmother, Bev, came into my room with a letter. She had the job of poring over countless cards and notes from fellow politicians and strangers alike and was struck by one. It was a neatly typed letter, and the author was a nine-year-old boy named Jackson Cunningham from the central Illinois town of Champaign, my hometown. In the note, Jackson told me about the stroke he’d had only a year earlier. He, too, had been paralyzed on his left side and had made great strides at RIC. But, beyond telling me what he had lost, Jackson shared what I would gain. Here’s some advice